Diferença entre regime estatutario e clt

Quoi qu il en soit, au fil des ans, le travail à temps partiel est devenu la figure emblématique de la division sexuelle du marché du travail. Il est également devenu, dans un certain nombre de pays, le moteur du sous-emploi et de la pauvreté laborieuse. Margaret Maruani, Les mécomptes du chômage, Bayard, Paris. L évolution est variable selon les pays : en France, au Luxembourg, en Belgique, au Portugal et aux Pays-Bas, les taux de chômage masculins et féminins se rapprochent alors qu en Espagne, en Grèce et en Italie, on n observe pas de réduction des écarts.

Ici, il s'agit bel et bien du libre jeu de la discrimination : rien d'autre ne saurait expliquer ce sur-chômage des jeunes femmes. La perplexité est la même lorsque l on observe le lien entre chômage et qualification. Les pays européens ont connu une hausse sensible du niveau d éducation des femmes. De façon générale, lorsque le niveau d'instruction augmente, le taux de chômage diminue. Dans les faits, qu observe-on?

Cette tendance se retrouve dans certains pays, comme la Finlande et la France où le niveau d'éducation pèse de façon très sensible sur le risque de chômage. Il n'existe cependant pas de relation uniforme applicable à tous les pays européens. Dans certains pays, cette relation ne fonctionne pas pour les femmes : en Irlande, le taux de chômage des femmes de niveau d éducation élevé est supérieur à celui des hommes de niveau d éducation moyen.

En Grèce et en Espagne, le taux de chômage des femmes de niveau d éducation élevé est supérieur à celui des hommes de tous les niveaux. Dans ce dernier pays, le paradoxe est à son comble : le taux de chômage des femmes diplômées de l enseignement supérieur est identique à celui des hommes analphabètes L idée que le niveau d instruction protège du chômage souffre, on le voit, d exceptions qui laissent perplexe et qui interrogent sérieusement la théorie du capital humain : peut-on encore défendre l idée que l inégal accès des hommes et des femmes au marché du travail tient à un moindre investissement de ces dernières en capital humain L analyse du chômage par catégorie socioprofessionnelle, en revanche, ne réserve pas beaucoup de surprises : dans toute l Europe, ce sont les ouvriers qui sont les plus touchés par le chômage, et parmi eux, les femmes sont bien souvent en première ligne.

Les inégalités, on le voit ici, ne s'additionnent pas, elles se multiplient, elles se cumulent. Conclusion Les femmes ont été, depuis plusieurs décennies et partout en Europe, l élément actif des recompositions de la population active : c est la croissance de l activité féminine qui a assuré le renouvellement des forces de travail européennes. Par ailleurs, il est clair que les changements qui affectent le travail et l'emploi des femmes ne touchent pas à leurs seules positions professionnelles.

Avec la féminisation du monde du travail, c'est le statut du deuxième sexe dans la société qui se joue. Le fait que les femmes constituent désormais près de la moitié des forces laborieuses est une mutation sociale majeure.

Diferença entre regime estatutario e clt

Mais la question des inégalités de sexe, de leurs habits neufs et de leurs vieux restes demeure. Dans le domaine professionnel, nous vivons une période faite de contrastes et de contradictions, de progressions évidentes et de régressions étonnantes, d avancées durables et de stagnations tenaces.

De fait, aucun constat simple n est sérieux. La connaissance ne peut avancer que si l on prend le temps de faire le ménage dans les faits et les chiffres, mais aussi dans les concepts et les outils que l on utilise. On peut dire, avec raison, que tout a changé. On peut affirmer, non sans raison, que rien n a bougé. Mieux vaudrait, sans doute, ne pas trancher et signaler la conjonction d une mutation sociale essentielle et de la permanence d inégalités coriaces, la coexistence d une quasi-parité avec une absence d égalité.

Mais justement peut-être faut-il penser aussi que toute progression ne s évalue pas uniquement en terme de parité, d égalité ou de mixité. Teresa Torns, "Chômage et tolérance sociale à l'exclusion : le cas de l'espagne" in Maruani M. Hommes et femmes sur le marché du travail. La Découverte-Mage, Paris, Cf. Les enjeux de l identité et de l égalité au regard des sciences sociales, La Découverte, coll.

Les femmes, presque aussi nombreuses que les hommes dans la sphère du travail productif, sont toujours embourbées dans un marécage d inégalités stagnantes et rebelles. En terme de liberté en revanche, le chemin parcouru est immense : l accès de la majorité des femmes à l autonomie économique est une conquête vers la liberté.

Une conquête inachevée, mais tangible, évidente, attestée. Le débouché actuel et provisoire de la féminisation du salariat n est pas l égalité des sexes, mais la liberté des femmes. La parité n a pas déclenché l égalité. O texto apresenta, na primeira parte, dados gerais que demonstram o crescimento da presença feminina no mercado de trabalho brasileiro, no período considerado, assim como as principais características dessa nova força de trabalho.

Foram utilizadas informações obtidas a partir das Perguntas na semana de 23 a 29 de setembro decuidava dos afazeres domésticos?

Abrangeu pessoas de 5 anos e mais IBGE, De todos os fatores relacionados à esfera reprodutiva, a presença de filhos pequenos é aquele que mais dificulta a atividade produtiva feminina, na medida em que o cuidado fine rides of rochester os filhos é uma das atividades que mais consome o tempo de trabalho doméstico das mulheres. Bruschini, Nesta, pode-se constatar que o predomínio feminino ocorre a partir do ensino médio, ou seja, de 9 a 11 anos de estudo.

Tabela 11 - Presença feminina no cargo de diretor geral, segundo o ramo de atividade da empresa. Absoluto No. Tabela Por outro lado, como em todas as profissões analisadas anteriormente, assim como no mercado de trabalho em geral, também as diretoras de empresas do setor formal obtém rendimentos inferiores aos dos seus colegas de mesmo nível. O diferencial de gênero nas faixas de rendimento desses profissionais permanece emapesar do nível elevado.

No período analisado, houve aumento do contingente de empregadas, mais do que de empregados tabela Desemprego e Rendimentos do trabalho As mulheres têm sido especialmente atingidas pelo desemprego.

Desde meados dos anos 90, têm se verificado maiores taxas de desemprego entre elas do que entre os homens. Tomando como exemplo a No primeiro caso, movidas pela escolaridade, seja a de nível médio, no qual as jovens superam os jovens, seja a de nível superior no qual as mulheres consolidaram presença bem mais elevada do que a dos homens - as trabalhadoras mais instruídas passaram a ocupar postos em profissões de prestígio medicina, direito, magistratura, arquitetura e mesmo na engenharia, tradicional reduto masculino assim como cargos executivos em empresas do setor formal.

Gênero e Trabalho na Sociologia Latino-Americana. Mulher, casa e família. Médicas, arquitetas, advogadas e engenheiras: mulheres em carreiras profissionais de prestígio. Revista Estudos Feministas, vol. Trabalho, renda e políticas sociais: avanços e desafios. O Progresso das Mulheres no Brasil. Trabalho de mulheres executivas no Brasil no final do século XX. Banco de Dados sobre o trabalho da mulher. Pesquisa sobre Padrões de Vida e ed. O Funcionamento do mercado de trabalho metropolitano brasileiro no período : tendências, fatos estilizados e mudanças estruturais.

Division of Advancement of Women. El progreso de las mujeres en el mundo. Informe Bienal. New York, Unifem. Segundo: o risco de estar exposto ou exposta a trajetórias vividas em ocupações de baixa qualidade é desigualmente distribuído, e os tipos de percurso associam-se a atributos como sexo e cor dos indivíduos que os perfazem.

Assim, gerou-se uma base de informações sobre indivíduos, dos quais, no momento da entrevista, cerca de foram classificados como ocupados, como desempregados e como inativos.

Montou-se um painel prospectivo, cobrindo os 33 meses compreendidos entre e ; para tal três levantamentos de acompanhamento foram realizados. No primeiro face-a-faceentre janeiro-março deforam alcançadas pessoas; no segundo por telefonerealizado emlogrou-se preservar dos respondentes iniciais; no terceiro também por telefonerealizado emrestaram dos respondentes iniciais.

E qual o achado mais intrigante que nela novamente se documenta? As trajetórias despadronizadas, ou seja, aquelas sujeitas a muito intensas transições, destacam-se como um tipo de percurso fortemente recorrente no mercado paulistano. Assalariados com carteira 34,1 2. Empregadores 2,2 3. Desempregados ou inativos 23,9 4. Transições intensas, percurso ignorado 16,2 5.

Autônomos 11,2 6. Domésticos 5,2 7. Transições intensas, percurso ignorado 35,1 2. Desempregado 16,2 3. Desempregado ou inativo 16,4 4. Assalariados com carteira 24,1 5. Domésticos 4,6 6. Transições intensas, percurso ignorado 43,6 2. Autônomos 2,5 4. Desempregado ou inativo 38,3 5.

Processamentos próprios. Transições e trajetórias ocupacionais num contexto de desemprego duradouro: Paris No caso de Paris-Île de France, é certo que o desemprego se torna um fenômeno que, desde os 80, atinge duramente seu mercado de trabalho. Se considerarmos os dois estratos formados pelos que haviam estado em 5 Ver Demazièrea eDemazière e DubarFreyssinet eFriot e RoseGautiéMaruaniMaruani e ReynaudSupiotdentre outros.

E conquanto as transições sejam mais intensas ali onde as trajetórias agregadas remetem às modalidades ditas a-típicas de emprego sub-contratados ou sob outros tipos de empregoé sempre possível As especificidades sociais dos percursos ocupacionais. Trajetórias respondem, assim, tanto a especificidades institucionais como a especificidades sociais. Para lidar com as primeiras, recorremos a comparações inter-metropolitanas.

Para lidar com as segundas, trataremos de empreender, a partir daqui, algumas comparações intra-metropolitanas. Referimo-nos mais especificamente à cor Assim, nos quatro quadrantes definem-se os espaços de cada um dos diferentes grupos de sexo e cor. Quando observamos o lugar ocupado pelas rameur concept 2 pour maigrir dentro deste espaço bi-dimensional vemos que mulheres e homens realizam, nitidamente, trajetórias de tipos distintos. Os homens, por sua vez, percorrem trajetórias que podem ser consideradas como mais virtuosas.

Ainda que sob o rótulo de autônomos estejam classificados indivíduos de características sócio-ocupacionais muito heterogêneas indo desde o camelô até o profissional Em outras palavras, os homens negros transitam, em um ritmo vertiginoso, entre as diferentes situações ocupacionais ocupados, desempregados e até mesmo inativos.

Vamos por partes. Isto porque, sabemos das diferenças de escolaridade que apartam negros de brancos e homens de mulheres. As mulheres negras no mesmo quadrante do emprego doméstico, mas, diferentemente do analisado até aqui, próximas também do desemprego.

Como concluir? Isto porque, associam-se de forma reiterada os piores tipos de percurso e as chances de que os mesmos venham a ser feitos por homens negros, ou por mulheres, especialmente negras. Intensas transições e percursos indefiníveis tipificam os homens negros, mesmo quando se lhes controla a escolaridade.

Circulam e alimentam um Assim, diferenciaremos os franceses, ou de descendência francesa, dos estrangeiros ou descendentes de estrangeiros; e, por simplicidade, referiremos doravante esses dois grupos como os de descendência francesa e os de descendência estrangeira. Mas, e de maneira geral, os resultados apontam para a maior precariedade das trajetórias femininas em ambas as metrópoles. No caso francês destaca-se mais a desigualdade entre os grupos de descendência dentro de cada sexo enquanto no Brasil destaca-se mais a desigualdade entre os sexos do que entre os grupos de cor.

Aos mais jovens têm mais chance de estar em trajetórias de desemprego em programa de treinamento, em outros tipos de emprego e principalmente sob contratos de tipo CDD, onde o efeito positivo encontrado é altíssimo. Os resultados para a amostra brasileira apontam uma realidade razoavelmente diferenciada. Os mais jovens, abaixo de 25 anos, têm significativamente menos chances de trajetórias de desemprego do que quase todos os tipos de trajetórias.

Podemos vislumbrar conclusões iniciais sobre as evidencias até aqui coligidas? Em todos os casos, ter mais de 50 anos implica mais chances de trajetórias de desemprego do que de qualquer outro tipo. Tanto as mulheres francesas quanto as estrangeiras ou descendentes de estrangeiras têm menos chance de trajetórias CDI, o mesmo acontecendo com os homens estrangeiros e descendentes.

Se isso for correto, poderemos afirmar que o mercado de trabalho francês discrimina de forma mais aguda com base em pressupostos de descendência e de forma menos aguda com base no sexo, apesar de efetivamente discriminar de ambas as formas.

Rio, Editora da FGV. Paris, Nathan. Oxford, Oxford University Press. Paris, L Harmattan e Forum, cap. Novos Estudos Cebrap, n. Desemprego: mercados, instituições e percepções. Les Mécomptes du Chômage. Paris, Bayard. Au-delà de l Emploi, Paris, Flammarion. Tal fenómeno no es exclusivo de un país en particular, si bien la magnitud de la brecha varía en forma notable entre países. En la teoría social se ha propuesto la idea de que la diferencia de ingresos es el resultado de la acción de, al menos dos factores: la discriminación abierta, y la forma en que hombres y mujeres se distribuyen entre las diversas ocupaciones o sectores económicos de actividad.

Es posible estudiar también la segregación laboral por color o etnia, elemento muy importante y poco estudiado. Sin embargo la ausencia de información laboral por color o etnia en el caso de México, nos impide hacer este tipo de estudio comparativo. En este texto vamos a concentrarnos en examinar los cambios en la segregación sectorial por sexo en Brasil y México, entre los años y Al tratarse de dos países con un nivel de desarrollo económico semejante, es posible identificar procesos comunes, así como diferencias, lo que nos ayuda a precisar el peso de otros elementos en el nivel de segregación.

Para este fin se utiliza un índice, llamado de Karmel-MacLachlan, que nos permite estudiar la manera en que evoluciona la segregación laboral, a lo largo de un cierto período, por medio de una descomposición de las diferencias entre los valores del índice en dos momentos del tiempo. En el primer apartado se define el concepto de segregación ocupacional y se hace, de forma somera, una discusión sobre las causas y consecuencias de la misma.

El tercer apartado inicia con una descripción somera de la división del trabajo por sexo para Brasil y México. El segundo anexo presenta el algoritmo para descomponer el cambio en el índice de Karmel-MacLachlan, entre dos puntos en el tiempo. Sin embargo, esta mayor participación laboral no se ha traducido en una mejoría sustantiva de las condiciones laborales de la mujer.

Un hecho importante es que la brecha salarial entre hombres y mujeres no ha disminuido sensiblemente 1, ni siquiera en el interior de la Unión Europea Comisión Europea, Lo anterior puede verse en la tabla 1, en la cual destaca que a pesar del aumento en la tasa de empleo femenina, la brecha salarial solo ha disminuido en forma muy lenta.

Estos hechos conducen a una serie de preguntas, las cuales se pueden englobar en tres grandes grupos: Causas de la segregación y las diferencias salariales Explicaciones relativas a la persistencia de ambos fenómenos Efectos posibles de la interacción entre ellos.

En la literatura de ciencias sociales hay diversas interpretaciones tanto del origen de la segregación como de las diferencias salariales entre hombres y mujeres. Las discrepancias surgen por la existencia de dos perspectivas analíticas opuestas. Una de ellas, el llamado individualismo metodológico, concibe a todos los procesos sociales como explicables sólo a partir de decisiones individuales, mientras que la otra, llamada genéricamente holismo metodológico, explica esos mismos procesos sociales en términos de estructuras sociales, de instituciones sociales o de la cultura.

Para la primera, los precios son el principal mecanismo de interacción social de los individuos, mientras que la segunda privilegia el contexto social donde estas interacciones económicas tienen lugar. Al ser considerada una ocupación como femenina o masculina, se obtiene un menor o mayor ingreso por ese tipo de trabajo. El hecho de que la segregación laboral de las mujeres de cuenta de una parte importante de las diferencias de ingreso entre hombres y mujeres, se sustenta también observando que, en la Unión Europea y en los Estados Unidos, tales diferencias existen a pesar de una legislación laboral que busca garantizar la igualdad entre sexos.

Esta afirmación puede documentarse, por ejemplo en el texto de la Comisión Europea citado al inicio de este apartado, y en las diferentes ediciones del texto, The State of Work in America, del Economic Policiy Institute de Washington. En consecuencia, la explicación de la desigualdad salarial entre los sexos debe buscarse en otra parte, a saber en la segregación ocupacional sectorial por sexo, misma que definimos en seguida.

Si hombres y mujeres se distribuyeran al azar entre sectores y ocupaciones, entonces la proporción de hombres mujeres en cada ocupación o sector debería ser igual a la proporción que los hombres mujeres representan del personal ocupado total. Cuando esta 2 Una presentación reciente de este tipo de argumentos se puede encontrar en Fogel, 3 Este resultado ya había sido señalado, entre otros, por Oliveira Anker y Watts A lo largo del tiempo, el nivel de segregación tiende a reducirse Preston, El cambio suele ser lento, pero en ocasiones, los niveles de segregación pueden alterarse en forma notable.

Esto lo muestran algunos estudios referidos principalmente a países industrializados, por ejemplo: Fields y Wolf, y Hakim, Aunque es de observarse que no existen estudios semejantes para América Latina, vale destacar algunos estudios importantes a nivel nacional, como el de Bruschini y Lombardi, para el caso de Brasil y el Maldonado y Rendón para el caso de México. Segregación laboral por sexo: cómo medirla? La segregación laboral por sexo, entre ocupaciones específicas o sectores de actividad económica, es un fenómeno que no sólo puede ser estudiado examinando, caso por caso, la manera en que los sexos se distribuyen entre cada ocupación o sector de actividad.

Para dar cuenta del fenómeno en su conjunto, se han diseñado diversas medidas sumarias. El índice se calcula de la manera siguiente: suponiendo que existen n sectores ocupaciones distintos, y sea H el total de hombres en la fuerza de trabajo, M el total de mujeres. Es decir, se puede definir un índice de segregación sectorial por sexo, considerando sectores de actividad económica, o bien, un índice de segregación ocupacional por sexo, si se considera la distribución por ocupaciones.

El índice se interpreta de muy diversas maneras. Ellos dicen: El valor del índice ID puede interpretarse como el porcentaje de mujeres u hombres que debe cambiar de ocupación para que la distribución de empleo de los dos grupos sea igual Sin embargo, como se muestra en el apéndice 1, el enunciado anterior es incorrecto.

Por esta razón, y por las dificultades que surgen para comparar la evolución del índice de disimilitud a lo largo del tiempo ver Apéndice 2 se han propuesto otros índices, que buscan resolver algunos de estos problemas Blackburn et al.

Ahora nos concentramos en el índice propuesto por Karmel y MacLachlan, que resuelve los dos problemas ya discutidos. Un índice semejante se puede decir cuando se estudia la distribución de los sexos entre ocupaciones específicas. Ahora bien, se tiene que 2a 1 a 0. La interpretación de KM es directa, se trata del nivel total del empleo que debe reasignarse con reemplazo para conseguir una segregación por sexo igual a cero, pero manteniendo la estructura sectorial y la proporción de mujeres en el empleo total.

Obsérvese el contraste de esta interpretación con la correspondiente al índice ID. En general, el valor de un índice de segregación puede variar a consecuencia de diversos factores. Si examinamos el caso de la segregación por sector, tenemos en primer lugar el posible efecto de cambios en la estructura sectorial efecto sectorcambios en la proporción que representan las mujeres del total de trabajadores efecto sexoel efecto combinado de ambos procesos efecto sector-sexo, o efecto mixto y cambios en la composición por sexo de los sectores específicos efecto composición.

En Karmel y MacLachlan, se demuestra cómo los cambios en el índice KM a través del tiempo, se pueden separar en un efecto composición y en un efecto mixto.

El efecto composición mide el cambio en la proporción de sexos en cada sector de actividad, manteniendo el empleo total y los niveles de empleo femenino y masculino constantes.

Mientras que el efecto mixto es una medida del cambio en el índice que se puede atribuir al cambio en las proporciones de sexos y proporciones de cada sector en el empleo total, manteniendo constante la composición de sexos de cada sector.

A su vez el efecto mixto se puede descomponer en efectos de sector, sexo y de interacción En este se caso, se tiene en primer lugar, el cambio originado en modificaciones en la estructura sectorial, manteniendo constante la composición por sexo de la fuerza de trabajo total efecto sector ; en segundo lugar, el cambio debido a modificaciones en la proporción de hombres y mujeres en la fuerza de trabajo total, manteniendo constante la estructura sectorial efecto sexo ; y en tercer lugar, un residuo que se atribuye a la combinación de los dos anteriores efecto sector-sexo.

Segregación laboral por sectores de actividad económica en Brasil y México, El Caso de Brasil Los estudios sobre las relaciones de género en el mercado de trabajo brasileño evidencian una serie de tendencias las cuales, si bien apuntan a mejorías significativas de las condiciones de trabajo, también señalan el mantenimiento de formas de desigualdad que parecen resurgir una y otra vez.

Esas tendencias que ya parecían claras en la década de los 90 Bruschini y Lombardi, se mantienen en los años. Lo anterior indica un cambio significativo en la conducta de las mujeres, quienes cada vez menos consideran incompatibles sus actividades domésticas con el trabajo profesional.

Este fenómeno se puede explicar, parcialmente, como una respuesta de las mujeres a la pérdida de empleo que los hombres sufren en el período considerado, el cual se expresa en menores tasas de actividad ver tabla 3.

Pero, es indudable que se explica también por un cambio en la conducta de las mujeres encaminada ahora hacia la independencia y autonomía que se expresa en otros datos, como son su mayor nivel de escolaridad cuando comparado al de los hombres, así como el crecimiento de las familias monoparentales que tienen las mujeres como jefas.

Tabla 3 Tasas de actividad, por grupos de edad y sexo. Este hecho remite a la discusión relativa a la segregación de las mujeres en actividades donde el trabajo es menos valorizado como es el caso de las actividades del sector terciarioen cuanto los hombres representan la mayoría de los trabajadores del sector secundario.

Asimismo, las mujeres se concentran en actividades que remiten al imaginario social de que el trabajo de cuidar constituye una actividad eminentemente femenina profesoras, enfermeras 5. El texto incluye capítulos sobre Brasil y México. Dicha tipificación recorre, de punta a punta, el mercado de trabajo. En primer lugar, un efecto composición y en segundo un efecto mixto. A su vez, el efecto mixto se descompone en un efecto sector, un efecto sexo y un efecto combinado sector-sexo.

Los resultados del ejercicio aparecen en el cuadro 6. Recordemos que las componentes representan los siguientes efectos: Un efecto composición, que mide el impacto de los cambios en la estructura por sexos de los sectores, manteniendo constante la estructura global de sexo y sectores.

El efecto mixto, mide el cambio en el índice debido a modificaciones en la estructura sectorial y en la proporción relativa de hombres y mujeres en la fuerza de trabajo total, manteniendo constante la relación entre sexo y sector. A su vez el efecto mixto se descompone en las siguientes componentes: el cambio atribuible a modificaciones en la estructura sectorial, manteniendo constante la composición por sexo de la fuerza de trabajo total efecto sector ; el cambio debido a modificaciones en la proporción de hombres y mujeres en la fuerza de trabajo total, manteniendo constante la estructura sectorial efecto sexoy un residuo que se atribuye a la combinación de los dos anteriores efecto sector-sexo A partir de las cifras que aparecen en la tabla 2, se comprueba que los sectores que mas contribuyeron positiva o negativamente al cambio en el total de mujeres, fueron el Agrícola, donde se observó una baja en la participación de las mujeres; la Manufactura, sector en el cual la participación femenina se incrementó ver, Pochman et al.

Hay una vasta literatura que muestra una creciente absorción de fuerza de trabajo femenina, que se expresa en una mayor tasa de participación de mujeres. Como La tabla 7 nos muestra la estructura por sexos del empleo por sector de actividad económica y la proporción de mujeres en cada sector de actividad. Los resultados indican un lento, pero constante, aumento de la participación femenina en el empleo, que se concentra en las actividades de comercio y servicios.

En contraste, el sector de actividades financieras, sector masculinizado, tiene un crecimiento significativo en este período. En primer lugar, la caída en la participación de los hombres, en especial entre los menores de 40 años, siendo particularmente fuertes las bajas en el nivel de actividad entre los 12 y los 24 años. Este fenómeno es la combinación de mayores niveles de participación escolar y una salida de la fuerza de trabajo debido a las mayores dificultades para encontrar empleo.

En contraste, las tasas de actividad de las mujeres se vieron incrementadas, sobre todo en los grupos de edad entre los 25 y 60 años. El grupo de edad entre los 12 y los 24 redujo su nivel de participación laboral, en parte por un involucramiento mayor con las actividades escolares. De manera que estos resultados deben ser relativizados. Pasamos ahora a presentar los resultados de la estimación del grado de segregación sectorial por sexo, para yasí como de la descomposición de los cambios ocurridos, usando las técnicas del apartado 2, ya presentadas en el caso de Brasil.

En primer lugar, la participación de la mujer en las actividades económicas aumentó sobre todo en las actividades de servicios, donde la presencia femenina ya era, de suyo, importante. Por tanto, este factor, aislado de otros, contribuyo a dejar la segregación casi constante. Pero el aumento considerable de la participación femenina en las actividades de la manufactura, incidió en la baja en el nivel de segregación.

Así, la mayor participación de las mujeres en las Así mismo, la estructura de la industria de transformación es diferente en ambos países, como lo muestran las diferencias en la densidad del tejido industrial.

A pesar de tratarse de un primer acercamiento al estudio comparativo de la segregación en ambos países, los resultados obtenidos son, en si mismos, importantes. Apéndice 1 Aquí mostramos, mediante un ejemplo numérico, algunos errores comunes en la interpretación del índice ID, y el efecto sobre la estructura laboral al llevar a cabo lo que plantea una interpretación correcta del citado índice.

Para comenzar, recordemos que Cortese et al. Primero, observemos que ese procedimiento no consigue que la segregación se haga cero, ya que eliminando el En otras palabras, se trata de ocupaciones feminizadas masculinizadas.

El algoritmo de transformación Karmel y MacLachlan, se presenta en seguida. Transformar la matriz de sectores y sexo del período 1, haciendo que los totales por sexo de la matriz transformada sean los totales del período 2.

Transformar la matriz obtenida en a haciendo que los totales por sexo de la matriz transformada, sean los totales del período 2 Con la matriz obtenida en b repetir el procedimiento descrito en ao sea, hacer que los totales de cada ocupación de la matriz transformada sean iguales a los totales del período 2. Con la matriz obtenida en c repetir el procedimiento delineado en b, o sea hacer que los totales por sexo de la matriz transformada sean los totales del período 2.

El procedimiento se repite usando el procedimiento del inciso c en las iteraciones impares, y el procedimiento del inciso d en las iteraciones pares. El proceso se detiene cuando la matriz transformada KM c, es tal que sus totales por sexo y por sector difieren, en menos de un 0. A este residuo se le c 1 a 1 b KM 1 conoce con el nombre de efecto sexo-sector.

Si la descomposición anterior se aplica al índice ID, el efecto sexo es igual a cero, ya que la matriz de sexo y sectores que se usa para calcular KM b, se obtiene a partir de multiplicar primera columna de la matriz de estructura sectorial por sexo del período 1, por una constante, digamos c 1, y la segunda columna por otra constante c 2, para lograr que KM b tenga el mismo empleo total por sexos que la estructura del período 2. Consecuentemente, el índice ID no puede descomponerse de manera satisfactoria Karmel y MacLachlan, À la suite de J.

Passeronj oppose d abord deux concepts : d un côté des concepts polymorphes classe, structure, système riches de significations multiples, porteurs de débats infinis et dont la valeur heuristique se révèle par confrontation au matériau empirique ; de l autre, des concepts sténographiques criminalité en cols blancs utiles pour mener des comparaisons entre de nombreux pays et pour produire un savoir situé.

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